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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Pulgões, Dr. Jardim São Roque-Centro


Os Pulgões

Os afídios, afídeos, pulgões ou piolhos-das-plantas são insetos diminutos que se alimentam da seiva de plantas, da superfamília dos afidoídeos, ou Aphidoidea (algumas fontes registam Apidoidea[1] ) na divisão Homoptera da ordem dos Hemiptera. Cerca de 250 espécies constituem sérias pragas para a agricultura, floresta e jardinagem ao sugarem a seiva das plantas e servindo como vetorde transmissão de vírus[2] .
A joaninha é um dos seus principais predadores[2] . Existem por todo o mundo, embora a maioria prefira as regiões temperadas[2] .
São mais frequentes em regiões temperadas, onde também existem maior diversidade de espécies, ao contrário do que acontece com outros grupos taxonómicos de seres, que costumam apresentar maior biodiversidade em zonas tropicais[3] . Podem migrar por grandes distâncias, principalmente através de dispersão passiva, levados pelo vento. Por exemplo, acredita-se que o piolho-da-alface (Nasonovia ribisnigri)[4] ter-se-á dispersado a partir da Nova Zelândia para a Tasmânia desta forma.[5] A sua dispersão a nível global deve-se também ao transporte, por parte de humanos, de materiais vegetais infectados.



Larvas Minadora, Dr. Jardim São Roque-Centro




Larvas Minadora

Os adultos possuem aproximadamente 1,5 mm de envergadura, de coloração preta, com a parte inferior do abdome amarela (Figura 1). Os ovos são colocados na parte interna do tecido foliar. A larva é ápoda (sem pernas), com 1 mm de comprimento, coloração branco-amarelada ou esverdeada (Figura 2).


    Fotos: Jorge Anderson Guimarães
Mosca-minadora, Liriomyza spp. adulto                       
 
Mosca-minadora, Liriomyza spp. larva           
Figura 1. Mosca-minadora, Liriomyza spp. adulto  
 Figura 2. Mosca-minadora, Liriomyza spp. larva 

As larvas transformam-se em pupas no solo, podendo, também, ser encontradas no interior das galerias (minas) por elas construídas nas folhas. Clima quente e seco e a utilização inadequada de inseticidas favorecem o aumento populacional desta praga. 
A injúria é ocasionada pelas larvas, que abrem galerias em forma de serpentina entre a epiderme superior e a inferior das folhas (parênquima foliar), resultando em lesões esbranquiçadas.
Quando a população de larvas na folha é alta, ocorre redução da área foliar e da fotossíntese. Em alguns casos a planta pode murchar e a folha pode secar prematuramente, havendo, consequentemente, redução na produção de bulbos. O ataque da mosca minadora na cebola também pode favorecer a disseminação de doenças fúngicas.
Controle
Esta praga é controlada naturalmente por inúmeras espécies de insetos predadores e parasitóides. Em geral, não necessita de controle químico. Recomendam-se as seguintes medidas para manejo do ambiente de cultivo:
  • destruir restos culturais e evitar plantios de culturas hospedeiras (feijoeiro, ervilha, fava, batatinha, tomateiro e melancia) próximas à cultura da cebola e;
  • evitar o uso excessivo de agrotóxicos na cultura para não destruir a população de inimigos naturais da praga, presentes na área.
Segue abaixo as fotos das fazes do inseto:



Coleobrocas, Dr. Jardim São Roque-Centro

A coleobrocas são insetos "broqueadores", que pertencem à ordem coleóptera, que "broqueiam", ramos, galhos e troncos das plantas.

Larva da broca da Madeiralarva_da_broca         

As brocas de madeira são pequenos besouros que se alimentam de madeira. Embora elas vivam relativamente pouco tempo (algumas espécies só vivem 24 horas na forma adulta), elas depositam seus ovos em frestas existentes na madeira ou podem fazer elas mesmas os locais de oviposição (depende da espécie). As larvas do inseto eclodirão dos ovos e poderão formar galerias por toda a madeira até se tornarem adultos, quando então sairão da madeira infestada para novamente ovipositar em outros locais.

Observe que quando o adulto emerge, formando o furo característico na madeira, já não resta mais nada a não ser o estrago causado na madeira. Mesmo assim é interessante proceder ao tratamento para imunizar a madeira naquele ponto. Não se esqueça de calafetar os furos após o tratamento.

Desde a árvore viva até a madeira útil, diferentes grupos de brocas de madeira atacam a madeira nas diferentes fases do seu beneficiamento. Assim, a despeito da enorme variedade de espécies, podemos, de uma maneira pratica, reunir as brocas em quatro grandes grupos conforme seus hábitos. Estes estão estreitamento relacionados com o teor de umidade da madeira e, portanto, com as fases do beneficiamento desse material. Essa classificação identifica o hábito mais freqüente dentro de cada grupo, não devendo ser esquecido, entretanto, que há exceções.
A presença da broca de madeira é percebida através da existência de um orifício por onde sai uma poeira fina e ás vezes levemente granulada

A inspeção visual e o uso de armadilhas é uma boa metodologia de averiguação. Com isso, pode-se avaliar qual é a melhor estratégia de controle ou se realmente existe a necessidade de controle químico. O tratamento mais comumente utilizado no combate as brocas de madeira é a aplicação de inseticida, desinsetização. Esse método pode ser empregado tanto no controle como na prevenção, sendo pouco eficiente no primeiro caso. Ao se aplicar o inseticida nos orifícios escavados pelas brocas, a praga não será exterminada já que ali é apenas a porta de saída da madeira pelos insetos adultos, os quais já emergiram. Ademais, a penetração do produto nesse local será pequena, porque ali se acumulam serragem e fezes do inseto, fato que restringe o alcance do inseticida a outros indivíduos.

Este método tem, portanto, um objetivo muito mais preventivo do que curativo. Se a superfície, frestas, juntas e orifícios estiverem tratados com inseticida (na madeira sadia), pode-se evitar que outras brocas venham depositar ovos naquela peça de madeira.

É relevante ressaltar que, como esse método é superficial, grande parte do produto tende a ser removida quando a madeira é trabalhada. Um outro procedimento bastante usado é o do controle com gases tóxicos.

Quando no estado de larvas ou ovos, a presença de brocas de madeira em uma peça de madeira é praticamente imperceptível, sendo que somente mais tarde, quando o adulto eclodir, é que perceberemos, e os prejuízos se tornarão evidentes. Para evitar esse tipo de problema, emprega-se o método acima citado. O procedimento consiste em submeter a madeira a um expurgo com gases tóxicos.
O expurgo é um tratamento essencialmente para combater e não para prevenir. No entanto, pode ser visto também como método de prevenção ao impedir que uma madeira atacada sirva de foco de infestação para outras madeiras sadias ou que o problema siga adiante.

O emprego do expurgo de gases tóxicos, embora de simples manuseio, exige cuidados, pois os gases usados são tóxicos e alguns deles reagem com metais, como o cobre. Isso acarreta uma série de restrições ao seu uso em determinadas situações. Sendo assim, é altamente recomendável seguir as orientações de uma dedetizadora licenciada. Pesquisas têm sido realizadas com outros gases, tais como argônio e nitrogênio. Nesse caso, o procedimento consiste em reduzir o teor de oxigênio na madeira, substituindo-o por um desses gases. Todavia, a comprovação da eficácia desse tratamento ainda está em fase de testes.


Os métodos citados acima devem ser empregados em conjunto para obter o contole da broca de madeira. O pré-tratamento das madeiras após o abate evita o ataque e o transporte de insetos até a serraria. O controle dos insetos xilófagos exige como primeira tarefa a análise da situação nos diferentes ambientes (seja na fábrica de móveis, na marcenaria etc) e, se houver algum problema, diagnosticá-lo corretamente, verificando o tipo de inseto (broca de madeira) e os tipos de condições que estão favorecendo sua presença. Dado o diagnóstico e considerando as diversas limitações, pode-se buscar o procedimento que oferece o melhor resultado com o menor risco para a madeira e o usuário.

Embora temos varias espécies, logo abaixo segue fotos de 2 adultas que são encontradas com muita facilidade em troncos de árvores.





Fotos do Besouro Serra-Pau em atividade! Dr. Jardim São Roque-Centro

 Este besouro serra a madeira com muita destreza que parece serviço feito pelo ser humano,  este serviço é feito para que a madeira fique mole para suas larvas se alimentarem após a eclosão de seus ovos, após a faze de larva ela entra na fase de pulpa que em seguida volta a ser besouros e após o acasalamento voltam a cortar madeira para repetir o ciclo. Período de maior ataque e danos é de outubro a maio devido calor e chuvas constantes época de alimentação abundante devido a velocidade de vetação das plantas.